Estudo da Federação das Indústrias do Ceará analisa as condições que promovem a inovação regional. Foto: divulgação

Terceiro estado mais inovador do país: o que faz o RS ser destaque

O Rio Grande do Sul foi eleito, pelo terceiro ano consecutivo, o terceiro estado mais inovador do Brasil na 7ª edição do Índice de Inovação dos Estados, conforme estudo da Federação das Indústrias do Ceará (FIEC). Para a classificação, a pesquisa leva em conta duas grandes dimensões: Capacidades – que inclui a atuação das instituições, a inserção de mestres e doutores no ecossistema e o investimento público em ciência e tecnologia (C&T) – e Resultados – medindo, entre outros dados, a intensidade tecnológica e criativa, a produção científica e a competitividade global.

“O resultado é um reflexo do trabalho incansável de nosso ecossistema de inovação gaúcho, que tem a participação da FIERGS, Sesi, Senai e IEL. Essa posição demonstra a robustez de nossas iniciativas e a capacidade do estado em se manter como um dos líderes em inovação no país”, destaca a diretora-geral de Sesi-RS, Senai-RS e IEL-RS, Susana Kakuta.

Por meio do Observatório da Indústria do Ceará, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o estudo chega à sétima edição em 2025 como uma importante ferramenta para o acompanhamento da inovação no país.

Entre os destaques gaúchos, estão a atuação das instituições e a intensidade tecnológica e criativa, categorias que conquistaram a segunda posição geral entre todos os estados. O Rio Grande do Sul ocupa a primeira colocação entre os três estados da Região Sul. Para Susana, o desempenho não é um ponto de chegada, mas um convite à ação. “O Sistema FIERGS continuará firme na sua missão, sendo a espinha dorsal desse movimento, fomentando o ambiente de inovação, capacitando a mão de obra e investindo em tecnologia”, frisou.

A gerente técnica do IEL-RS, Bruna Hermes, salienta a importância da pesquisa para um melhor aproveitamento dos recursos e das estruturas já instalados no estado, visando a aceleração do futuro, com base no patrimônio de competências existentes. “Há espaço para desmistificar o tema — que já acontece nas indústrias — e potencializá-lo, conectando ainda mais empresas a soluções, tecnologias e modelos de negócio”, disse.

Entre as regiões brasileiras, o Sudeste permanece como a mais inovadora, seguido pelo Sul. O Nordeste subiu uma posição e ocupa agora o terceiro lugar no ranking regional, superando o Centro-Oeste e o Norte. Diretor de desenvolvimento industrial, tecnologia e inovação da CNI, Jefferson Gomes avalia que estados como Ceará, Piauí, Alagoas e Pernambuco demonstram como políticas adequadas e investimentos consistentes alavancam a inovação mesmo em cenários desafiadores.

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Aldo Cargnelutti é editor na Rede Brasil Inovador. Estamos promovendo os ecossistemas de inovação, impulsionando negócios e acelerando o crescimento econômico. Participe!

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